Antes de procurar

Descubra o que você pode comprar

Quase todo mundo começa pelo apartamento e descobre a faixa depois — e perde meses olhando o que não alcança, ou descartando uma faixa inteira que alcançaria. Aqui é ao contrário: três perguntas, e você vê exatamente quais dos 1.793 lançamentos aprovados cabem em você, em que bairros e com quantos dormitórios.

O mais barato de São Paulo hoje custa R$ 158.400 e a mediana do catálogo é R$ 439.800. Esses dois números não mudam pelo que você responder — e é justamente por isso que vale conhecê-los antes.

1.Quanto a família recebe por mês?

Some tudo que entra, de todo mundo que vai assinar o financiamento junto. Valor bruto, antes dos descontos — é assim que o banco olha.

2.Quanto você já tem guardado?

Poupança, investimentos e FGTS — some tudo. O FGTS conta: pode ser usado na entrada de imóvel residencial. Se ainda não tem nada, deixe zero; o resultado vai mostrar por que isso pesa tanto.

3.Em quanto tempo quer pagar?

Prazo maior derruba a parcela e aumenta o que você alcança — em troca de mais juros no total.

Responda a primeira pergunta e o resultado aparece aqui — sem cadastro e sem e-mail.

Já tem um imóvel na mira? Detalhe a simulaçãoValor, entrada, prazo, sistema de amortização e taxa — com a parcela mês a mês.+
R$ 500.000
20% · R$ 100.000
360 meses
11,5%

Primeira parcela

R$ 4.756

A última cai para R$ 1.121

Valor financiado
R$ 400.000
Total de juros
R$ 657.920
Total pago ao banco
R$ 1.057.920
Renda necessária (30%)
R$ 15.854

Simulação orientativa. Bancos somam seguros (MIP/DFI) e taxa de administração, e analisam o crédito caso a caso. Não constitui oferta de crédito. Na planta, as parcelas até a entrega são reajustadas pelo INCC.

O cenário de hoje

Selic (meta)
13,75% a.a.

Define o custo do crédito na economia.

Juros usados aqui
11,50% a.a.

Praticada pelos bancos parceiros a quem tem relacionamento — abaixo da média de balcão.

INCC em 12 meses
6,66%

Reajusta as parcelas do imóvel na planta até a entrega.

O que vale entender antes de comprar

Quanto da minha renda o banco aceita comprometer?+

O limite usual é 30% da renda mensal bruta familiar. Rendas podem ser somadas entre cônjuges ou compradores, e é por isso que somar a renda de quem vai assinar junto muda tanto o resultado. Acima de 30%, o crédito costuma ser negado ou o valor financiado é reduzido.

Por que a entrada trava tanta gente que tem renda?+

Porque o banco financia no máximo uma fração do imóvel — em geral 80%. Os outros 20% saem do seu bolso. Isso significa que cada real guardado destrava cinco reais de imóvel: R$ 20 mil a mais de entrada aumentam em R$ 100 mil o que você alcança. Quem tem renda boa e pouca poupança quase sempre está travado nesse lado, e passa anos tentando resolver pelo outro.

Posso usar o FGTS?+

Sim, para imóveis residenciais urbanos dentro do limite do SFH, desde que você não tenha outro imóvel na mesma região e cumpra o tempo mínimo de contribuição. O FGTS pode entrar como parte da entrada, amortizar o saldo devedor ou abater parcelas. Muita gente tem saldo e não soma no cálculo.

Qual a diferença entre SAC e PRICE?+

No SAC a amortização é constante: a parcela começa mais alta e cai todo mês, e no total você paga menos juros. Na PRICE a parcela é fixa do começo ao fim, o que facilita o planejamento, mas o custo total é maior. A maioria dos financiamentos imobiliários no Brasil usa SAC — e é por ele que este cálculo trabalha, porque é a primeira parcela, a mais alta, que o banco compara com a sua renda.

Comprar na planta muda alguma coisa no financiamento?+

Muda bastante. Até a entrega da obra você não paga financiamento bancário: paga parcelas diretamente à construtora, corrigidas pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), não pelo IPCA. O financiamento com o banco só começa na entrega das chaves, e é ali que a análise de crédito acontece de verdade. Por isso a capacidade que você descobre aqui é a que precisa estar de pé na entrega — e não apenas hoje.

Esse valor é uma aprovação de crédito?+

Não. É uma estimativa orientativa com as regras usuais do mercado. O banco analisa caso a caso: score, tempo de emprego, outras dívidas, idade (que limita o prazo) e o próprio imóvel. O valor aprovado pode ficar acima ou abaixo. Serve para você procurar na faixa certa, não para substituir a conversa com o banco.

Já sabe a sua faixa? Veja quem está no topo de cada categoria.

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